quinta-feira, 8 de março de 2007

Um para todos, todos num.


Alguém se lembrou que a História da Europa será melhor contada aos petizes dos 27 que constituem a UE se contada a uma só voz. Foram os alemães que se lembraram disto, o que não é um bom presságio. Voltarei a este post mais tarde se houver desenvolvimentos sobre o tema, que promete àgua pela barba.

Hoje lembrei-me delas

Quem tem telhados de vidro...


Os nossos amigos americanos publicaram um relatório sobre Portugal onde relatam as atrocidades que por cá se praticam nas prisões. O ministro António Costa respondeu à letra sobre o valor de tal documento, especialmente vindo de onde vem.
Á falta de Guantanamo podemos sempre começar a usar as Berlengas, como lá não há nada, é capaz de passar despercebido ao olho clinico de quem elabora tais relatórios.

terça-feira, 6 de março de 2007

Porrada, e da grossa

Cada vez mais, ir à escola, seja como aluno ou professor é sinónimo de apanhar. Já lá vai o tempo em que só os alunos é que apanhavam, agora toca a todos. Eu ainda apanhei duas réguadas na primária. Uma por ter riscado uma mesa, que não riscara e outra por não saber quanto eram duas vezes oito... isto foi logo a seguir à Revolução e lembro-me de, já nessa altura, o meu pai querer ajustar contas com a professora (não através de nenhuma cena de pugilato, coitada da senhora, mas por outros meios mais civilizados). A questão é que parece que os meios civilizados existem, de uma forma mais ou menos eficiente, civismo é que não. E a questão da falta de civismo tal como o apanhar também vai tocando a todos. Pais, alunos e professores. Estamos perante uma escalada interminável que tem por base todos os problemas psico-sociais e todas as fragilidades do próprio sistema de ensino. Muito há a fazer relativamente a esta questão, medidas administrativas não chegam e estão longe resolver a situação que se vive actualmente nas escolas.

As Burras e os Broncos

Constou-me que vem por aí mais um reality show à boa maneira da TVI. Desta vez trata-se de enfiar numa casa remodelada de propósito em Azeitão (por uma pipa de massa) um elenco de belas mulheres - vulgo- Gajas boas e um elenco de homens muito inteligentes - como contraponto a este adjectivo presume-se que as gajas sejam muito burras. Parece ser este o pressuposto do programa: Mulheres muito belas reunidas no mesmo espaço com homens muito inteligentes. O programa intitula-se A Bela e o Mestre. Se formos pela analogia entenda-se que os homens muito inteligentes devam ser uma espécie de Quasímodos muito broncos a babarem-se atrás das ditas gajas boas muito burras a quem nada lhes resta a não ser obedecer ás ordens de um presumível mestre. Com um panorama destes as audiências devem ser garantidas. Que saudades que eu tenho do deprimente Arreganha a Taxa, que com custos de produção mais baixos conseguia promover o mesmo nível de estupidez.

sexta-feira, 2 de março de 2007

O regresso dos mortos vivos

Podia ser uma longa metragem do fantasporto, mas não. É mesmo o festival de cinema da política nacional. Pois é. A falta de gente com capacidade de liderança para não falar de outas incapacidades notórias, para liderar a oposição tem deixado a direita à deriva e à mercê das suas próprias fraquezas. Em desespero de causa andam a querer ressuscitar as mesmas caras de sempre. Não têm mais ninguém? Que mal se anda por aqueles lados.

Com ou sem FMI...